O Alley-Oop de Medina

Alley-Oop de Medina  / Foto CestariAlley-Oop de Medina / Foto Cestari

O campeão mundial Gabriel Medina tinha acabado de despachar outro australiano com uma grande apresentação em Cloudbreak, onde acontece o Fiji Pro, com direito a tubo e aéreo. Ele já começou forte a bateria voando num Alley-Oop como primeira manobra e seguiu atacando com batidas e rasgadas, mas esta onda acabou sendo descartada do resultado. Ele computou o 8,17 de um tubaço que surfou, conseguindo ficar bem profundo para sair vibrando na baforada, com o 7,77 de uma onda destruída por uma série de manobras explosivas de frontside. O australiano Ryan Callinan também surfou bem uma onda que valeu 7,60 para atingir 14,10 pontos, insuficientes para superar os 15,43 de Medina.





“Foi uma bateria difícil contra o Ryan (Callinan)”, disse Gabriel Medina. “Ele surfou muito bem e eu sabia que seria um desafio para mim. Felizmente eu achei aquele tubo que valeu 8,17 e estou amarradão por passar para a próxima fase e poder continuar competindo aqui. Só espero pegar mais ondas na terceira fase”.

Apenas dois surfistas conseguiram ultrapassar este placar na segunda-feira em Cloudbreak. O tricampeão mundial Mick Fanning voltou a mostrar a potência do seu surfe de borda para totalizar 16,10 pontos no duelo australiano com Kai Otton. Foi a melhor hora do mar e na disputa seguinte o havaiano Dusty Payne atingiu 16,50 com a maior nota do Fiji Pro esse ano, 9,33. Foi com a força das suas manobras de backside numa onda sem tubo contra o americano Nat Young, um dos cinco cabeças de chave derrotados na primeira rodada eliminatória em Cloudbreak.

Fonte WSL

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