Os surfistas peruanos também começaram bem o ano, melhor até do que os brasileiros que sempre encabeçaram a lista dos sul-americanos no ranking do QS. Na etapa que abriu a temporada 2019 em Israel, o mais bem colocado foi Alonso Correa em nono lugar. O brasileiro Luan Carvalho perdeu na mesma fase, mas terminou em 13º por ter ficado em último na sua bateria. No QS 1000 Sunset Open no Havaí, Wiggolly Dantas e o peruano Adrian Garcia foram até as quartas de final e ficaram empatados em nono lugar.

No QS 3000 Volcom Pipe Pro encerrado na terça-feira, Wiggolly não passou da sua estreia em Pipeline e os únicos sul-americanos que chegaram no último dia foram os peruanos Miguel Tudela e Cristobal de Col. Os dois passaram juntos para as oitavas de final, barrando o costa-ricense Carlos Munoz e o havaiano Liam O´Brien.

Cristobal não achou as ondas em sua primeira bateria na terça-feira, mas Miguel avançou, depois ganhou a que abriu as quartas de final e só perdeu nas semifinais, para o australiano Reef Heazlewood e o americano Balaram Stack. Outro destaque foi o argentino Tomas Lopez Moreno, que venceu duas baterias antes de ser barrado na quarta fase da competição.

A disputa por pontos no ranking do WSL Qualifying Series prossegue nesta semana no QS 1500 Cabreiroa Las Americas Pro Tenerife nas Ilhas Canárias e neste mês também acontece o primeiro grande evento da temporada, o Hang Loose Pro Contest, que volta à Fernando de Noronha após seis anos, promovendo o primeiro QS 6000 de 2019 entre os dias 19 e 24 nos tubos da Cacimba do Padre. O evento mais tradicional da América Latina vai abrir o calendário da WSL South America, valendo os primeiros pontos para o ranking regional que define os campeões sul-americanos da temporada.

Por João Carvalho

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