O número 1 do ranking foi o japonês Kanoa Igarashi e o campeão de 2017, Griffin Colapinto, ficou em segundo lugar. Ambos estão entre os top-22 no ranking do CT que são mantidos na elite para o ano que vem e não precisam das vagas do QS. Então, o primeiro da lista dos 10 é a única novidade do Havaí para 2019, Seth Moniz. A maioria é do Brasil com quatro classificados, Peterson Crisanto em quinto lugar no ranking e em terceiro no G-10, seguido por Jessé Mendes em sexto, Deivid Silva em sétimo e Jadson André em décimo no QS 2018, retomando a vaga perdida no ano passado.

A Austrália classificou três surfistas, mas somente Soli Bailey nunca fez parte da elite. Assim como Jessé e Jadson, ele se garantiu quando passou para as semifinais, mesmo perdendo junto com o potiguar. Bailey chegou em Sunset em 16.o no ranking e terminou em 11.o. O melhor foi Ryan Callinan na quarta posição que já disputou o CT, assim como Jack Freestone que ficou com a última vaga em 13.o lugar. O neozelandês Ricardo Christie em oitavo e o italiano Leonardo Fioravanti em nono, também conseguiram garantir os seus retornos pelo WSL Qualifying Series esse ano, para recolocar os seus países no grupo dos melhores surfistas do mundo que vão competir no World Surf League Championship Tour 2019.

A lista final dos top-32 será encerrada no Billabong Pipe Masters, que começa neste sábado decidindo o título mundial da temporada e os 22 que permanecem na elite para o ano que vem. Gabriel Medina vai vestir a lycra amarela do Jeep Leaderboard em Banzai Pipeline e confirma o bicampeonato se chegar na final mais uma vez no templo sagrado do esporte. Seus únicos concorrentes são o também paulista Filipe Toledo e o australiano Julian Wilson, que dividem o segundo lugar no ranking e já necessitam igualmente chegar na final para superar a pontuação atual do líder.

Além de Medina e Filipe, mais cinco dos onze titulares da seleção brasileira deste ano, estão entre os top-22 que são mantidos na elite. O potiguar Italo Ferreira está em quarto lugar no ranking, o catarinense Willian Cardoso em 13º, o cearense Michael Rodrigues em 14º, o campeão mundial Adriano de Souza em 17º e o catarinense Yago Dora ameaçado na 22º e última posição.

O paulista Jessé Mendes não ficou entre os top-22 e se garantiu pelo G-10 do QS, mas o catarinense Tomas Hermes em 25º no CT e o pernambucano Ian Gouveia em 29º, estão perdendo suas vagas. Outro que está fora é o paulista Caio Ibelli em 39°, que se contundiu na terceira etapa e só está voltando a competir agora na Tríplice Coroa Havaiana, então pode receber um convite da WSL para participar da próxima temporada.

Se conseguir, o Brasil aumentaria para doze a maioria verde-amarela na elite dos top-32 da World Surf League, status que a Austrália perdeu pela primeira vez na história do CT esse ano. Isso caso Yago Dora se mantenha nos top-22, ficando então sete se classificando pelo ranking principal, mais o provável convidado Caio Ibelli e quatro entrando pelo QS, os novatos Peterson Crisanto e Deivid Silva, Jessé Mendes estreante na elite de 2018 e Jadson André voltando após um ano fora.

Por João Carvalho

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